Chamo-me Lúcia, e não sou uma história fácil de contar. Prefiro que as minhas ações falem por mim, que os meus silêncios digam mais que mil palavras. A minha pele é uma tela, e cada tatuagem é um capítulo da minha vida que não quero esquecer. O vermelho não é apenas uma cor, é uma declaração; o couro, a minha segunda pele. Não procuro aprovação, apenas autenticidade. Não sou perfeita, nem o pretendo. Sou uma mulher com defeitos, com paixões, com medos que me tornam mais forte. Gosto do mistério, da profundidade, das conexões que não precisam de explicações. Se me olhares nos olhos e parares um segundo, saberás que há muito mais por trás desta aparência discreta.